
Segundo o Presidente da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais (AMIG) e prefeito de Luminárias, Arthur Maia Amaral, a luta da instituição em defesa dos interesses dos municípios mineradores foi extremamente importante para que nesse momento de crise as cidades recuperassem um pouco do fôlego diante das dificuldades financeiras que assombram a maioria dos municípios mineiros. “O setor minerário está sendo muito afetado pela instabilidade econômica do país e como consequência as cidades estão com as arrecadações em queda. O recebimento desta dívida chegou para aliviar os caixas das prefeituras, assegura.
Outra decisão importante foi o retorno do pagamento da CFEM que havia sito interrompido em novembro mas que voltou a ser pago no último mês do ano. “As cidades mineradoras estavam enfrentando um grande sufoco nos últimos meses diante do contingenciamento de recursos do governo federal, para cumprimento da meta fiscal do governo do presidente Michel Temer, que atingiu os repasses da CFEM. Porém, estivemos em Brasília com uma comissão composta por 15 prefeitos e conseguimos a liberação dos recursos pelo Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), afirma. Apesar de o órgão do Ministério de Minas e Energia dispor do dinheiro em caixa, devido a um erro no contingenciamento de despesas previstas no Orçamento da União, o recurso não estava sendo repassado. De toda a arrecadação da CFEM, os municípios mineradores recebem 65%; os estados, 23% e a União, 12%.