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Vale registra venda de 312,5 milhões de toneladas de minério e pelotas em 2019


Reprodução – site Vale S.A.
De acordo com a Vale, as vendas de minério de ferro no ano passado – incluindo compras de terceiros e run-of-mine – totalizaram 269,3 milhões de toneladas, o que representa queda de 12,8% em relação às 308,9 milhões de toneladas da commodity vendidas em 2018.

Redução semelhante ocorreu quando somadas as vendas de minério de ferro e pelotas. As 312,5 milhões de toneladas comercializadas pela companhia em 2019 foram 14,5% mais baixas na comparação com as vendas de 365,5 milhões de toneladas registradas no ano anterior.

As quedas também ocorreram na comparação anual levando-se em conta o último trimestre do ano. Nos três meses finais de 2019, a companhia vendeu 77,9 milhões de toneladas de minério de ferro, número que salta para 88,8 milhões de toneladas no caso da comercialização de minério e pelotas.

Os volumes representam, respectivamente, reduções de 3,2% e 7,9% em relação às vendas de 80,4 milhões de toneladas de minério de ferro e de 96,4 milhões de toneladas de minério e pelotas registradas no último trimestre de 2018.

As vendas do quarto trimestre do ano passado, porém, representam crescimento em relação aos três meses anteriores, quando a Vale comercializou 74 milhões de toneladas de minério (crescimento de 5,2% no último trimestre) e 85,1 milhões de toneladas de minério de ferro e pelotas (aumento de 4,4%).

De acordo com a Vale, as vendas no quarto trimestre do ano passado foram, inclusive, superior à produção no período, “como resultado de redução de estoque”.

A mineradora informou ainda que a participação de produtos premium totalizou 87% no período, sendo que os prêmios de qualidade de finos e pelotas de minério de ferro atingiram US$ 6,4/t no quarto trimestre, contra US$ 5,9/t nos três meses anteriores, “principalmente como resultado da maior contribuição do ajuste de pelotas devido aos dividendos sazonais recebidos”.

Segundo a companhia, os impactos nas vendas relacionados à paralisação das operações de Vargem Grande, Fábrica, Brucutu, Timbopeba e Alegria ocorridas após o rompimento da barragem I da mina de Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), em janeiro do ano passado, “foram parcialmente compensados no ano por consumo de estoque de, aproximadamente, 14 Mt, entre outros fatores”. Em nota, a empresa ressaltou que essa compensação mostra “a flexibilidade operacional da Vale”.

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