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INDI e FAPEMIG buscam soluções para reduzir e reaproveitar rejeitos

Foi lançada no II Fórum Minas e Mineração do século XXI, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), a plataforma R3 Mineral, que visa mobilizar a busca por soluções que envolvem a gestão, a redução na geração e o aproveitamento de rejeitos em diferentes setores da economia.

Formado por pesquisadores, entidades de classe, mineradoras e empresas com potencial para uso dos rejeitos, a plataforma, no entanto, nasce de forma tardia. Os próprios membros do grupo admitem que apenas após o acidente em Mariana a sociedade abriu os olhos para a dimensão do problema que são os resíduos da mineração.

O pesquisador do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) e responsável pela coordenação técnico-científica da plataforma, Fernando Lameiras, explica que, agora, a ideia é transformar os materiais descartados em uma alternativa ambientalmente sustentável. “Queremos agregar valor aos resíduos, que hoje são estocados em barragens, que geram custos e riscos. Então, o desafio é esse: como criar modelos de negócios para isso ser uma atividade lucrativa e que gere empregos e algum benefício social, destaca Lameiras.

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